terça-feira, janeiro 03, 2017

Nação resiliente no facebook 2016



Passatempo no Facebook sobre a gratidão 2016. Pedi aos seguidores para completarem a seguinte afirmação: - «Estou grato/a por…» a fim de o conteúdo ser publicado aqui no blogue.
Escreva uma lista de 5 coisas pelas quais está grato/a.

  • Isabel Garrido

Estou grata por estar viva, estou grata por ter saúde, estou grata por ter uma família que me acarinha, estou grata por ter amigos (poucos, mas bons), estou grata por ter conseguido reestruturar a minha vida e ter continuado na luta.

  • Evelise Fonseca

Estou grata, vivo um dia de cada vez.

  • Vitor Guimarães

Grato por estar vivo, ter saúde, ter família e amigos, ter trabalho, grato por estar em recuperação.

  • Abdul Karim

Estar vivo

  • Maria De Fátima Antunes


Estou grata por ter saúde, pela casa que me abriga, pelas mantas que me aquecem,pela comida,  porque estou limpa.

  • Maria Aparecida Nunes

Estou grata por estar viva.

  • Evelise Fonseca

Vida, saúde, amor, família e dinheiro

  • Bela Duarte

Acordar e sentir

  • Beatriz Silva 

Estar em recuperação. ter um filho maravilhoso, por os meus pais ainda estarem vivos, por ter amigos, por ter 1 cão e 3 gatas. 

  • Iris Maria

Por ter encontrado seu Blog ★★★★★, por meus amigos verdadeiros, por ver meu filho formado, por poder ver a realização pessoal e profissional de minha filha, Deus. 

  • Leonor Nobre 

Estou grata por ter uma mãe que me ama.

  • Sandra Pinheiro

Por ter gosto pela vida mesmo com todas as contrariedades. 

  • Cecília Cavalheiro

Estou grata pelo filho que a vida me deu, pela família e amores, por ter vindo trabalhar, pela esperança na bonança depois das tempestades (renovada diariamente) e pelo que tenho para semear, no jardim de cada um, daqueles que a vida traz para a minha beira.

  • Maria De Fátima Antunes

Estou grata porque tenho saúde, paz, comida, amigos verdadeiros, e especialmente porque voltei a acreditar em mim.

  • Evelise Fonseca

 Viver, saúde, família, amor, amigos

  • Maria Aparecida Nunes

Viver

  • Patrícia Bento

Estou grata por ser mãe, ser esposa, ser filha, ter saúde e ter trabalho.

  • Iris Maria

Estou grata por uma amiga não ter desistido de mim e também sou grata pelos que desistiram.

  • Dina Isabel Santos

Estou grata por todos os dias crescer/aprender mais um pouco

  • Carina Branco Dias

Grata pela minha família e amigos e por todos aqueles que me olham com carinho. Grata por ter estes olhos, braços, pernas, sexo vida e corpo. Grata por esta benção que se chama vida.

  • Leonor Nobre

Estar viva

  • Maria Aparecida Nunes

Respirar

  • Sofia Megre

Estou grata por ter saúde.

Nota: bem hajam pela participação. Recuperar é que está a dar.



quarta-feira, dezembro 28, 2016

Livros de 2016



As minhas leituras de 2016, das quais recomendo.
  • “Incógnito” – David Eagleman
  • “Fluir” – Mihaly Csikszentmihali
  • “Como Ser Feliz” – Sonja Lyubomirsky
  • “O Lado Bom da Irracionalidade” – Dan Ariely
  • “A Força do Habito” – Charles Duhigg  - Perceber e Corrigir os Hábitos na Vida e no Emprego
  • “Mindset” – Dra Carol S. Dweck – A Atitude Mental para o Sucesso
  • “A Vida Que Floresce” – Martin E. P. Seligman -
  • “Grit” – Angela Duckworth – O Poder da Paixão e da Perseverança


Nota pessoal: O critério para a selecção dos livros deve-se, principalmente, aos seus autores, investigadores de renome, cujas temáticas, tais como a motivação, a mudança, a felicidade, a resiliência, a garra, a persistência, os hábitos são temas recorrentes no meu trabalho do dia-a-dia. Desde 1993, dedico uma parte substancial, da minha carreira profissional, à aprendizagem contínua como forma de manter-me atualizado, a fim de prestar o melhor serviço possível, a todos aqueles que procuram, na doença e na adversidade, encontrar competências para vencer. Afinal, o que seria de nós, se não tivéssemos defeitos, se não estivéssemos expostos à adversidade e se não tivéssemos ajuda? Graças aos defeitos, à adversidade e haver pessoas especiais, conseguimos ser pessoas honestas, persistentes, mais resilientes e encontrar um propósito na vida; fazer a diferença, pela positiva, um dia de cada vez. As pessoas mais felizes gostam de pessoas.

terça-feira, dezembro 20, 2016

67ª Dica Arte Bem Viver de 01/07/2012


Olá
É desde a nascença que aprendemos a monitorizar, a gerir as competências individuais e sociais e os recursos quanto ao sofrimento. Apesar de sabermos que o sofrimento faz parte da condição humana, aparentemente, é confuso avaliar os limites do sofrimento. Isto é, saber a diferença, quando o sofrimento é útil, catalisador da mudança e maturidade vs. sofrimento disfuncional, auto piedade (vitimização), controlo e gerador de mais sofrimento.

Na maioria das vezes, sofremos de forma inútil. Não se aprende nada, não se muda nada, com a agravante de aumentar a tolerância à pena, que sentimos de nós mesmos - mártir. Sofrer, como condição auto imposta, não justifica a nossa existência e/ou determinados valores/princípios; evocam-se causas nobres, mas na realidade, nada muda; como ser humano. Continua tudo na mesma, com tendência para piorar e gerar mais sofrimento e drama às nossas vidas. “Os homens (mulheres) não se medem aos palmos.”

Qual foi a lição (aprendizagem) mais recente, que você passou, em relação ao sofrimento?

Se está numa fase dolorosa da sua vida, defina um propósito, isto é, qual é o sentido para o seu sofrimento? O sofrimento acrescenta valor à sua vida?

Gestão das emoções dolorosas
  • Procure soluções ao enfrentar os problemas. Como sabe, as coisas têm o valor que nós decidimos que elas tenham. Se der demasiada atenção aos problemas insolúveis; o mundo irá conspirar contra si. 

  • Não procure agradar e dizer Sim, quando, na realidade, quer dizer Não. Seja o mais honesto/a e autentico consigo, possível.

  • Não faça da sua vida, uma antecipação de cenários catastróficos. Não confie sempre nos seus pensamentos e nas suas emoções. Você é aquilo que faz com os pensamentos e sentimentos; não aquilo que sente e ou pensa, irracionalmente.

  • Defina metas realistas, específicas e objetivas. Se quer atingir os seus sonhos, é preciso sair da zona de conforto, tire partido de todas as oportunidades (arrisque).

  • Procure, nas pessoas de confiança, uma oportunidade para receber feedback (escuta activa).

  • Invista na  auto estima; dignifique os seus valores/princípios (pilares).


Votos de uma semana em harmonia; momentos de felicidade e gratidão.

Cumprimentos

Nota: caso você esteja interessado/a em receber a Dica Arte de Bem Viver, na sua caixa de correio eletronico, é simples, basta enviar um email para joaoalexx@sapo.pt e escrever Dica Arte Bem Viver no assunto da mensagem. É gratis e todos os seus dados são confidenciais. Bem haja

quarta-feira, outubro 12, 2016

Viver em função de números compromete a autoestima


«Não é o peso que dita a saúde e o amor próprio» Redefinir Imagem Corporal

E atrevo-me a acrescentar, peso e imagem. Contrariamente, ao que podemos pensar, algumas pessoas com o peso e imagem, dito, «ideal» não são pessoas com autoestima, visto adotarem comportamentos e dietas disfuncionais, em relação a uma alimentação saudável e equilibrada. No caso da perturbação do comportamento alimentar (anorexia, bulimia, ingestão compulsiva, vulgo binge eating) é o equivalente à ditadura dos números (vive-se em função do numero das calorias, do peso na balança e da imagem). 

Segundo o Dr. Walter Kaye, investigador da Universidade da Califórnia (San Diego, EUA) afirma que as crianças predispostas a desenvolver a perturbação do comportamento alimentar são perfecionistas, ansiosas e os comportamentos são orientados por desafios rigorosos, competição excessiva e extremamente exigentes consigo próprios, assim como, estão vulneráveis às dietas restritivas e à imagem corporal. Contudo, a perturbação do comportamento alimentar revela-se mais complexa do que as características perfecionistas e pessoas extremamente competitivas.
Normalmente, quando temos acesso a informação sobre a perturbação do comportamento alimentar (PCA) são através de noticias, nas revistas ou na televisão, de figuras publicas a assumirem o seu problema. Na maioria dos casos, são mulheres, atrizes ou modelos. Desta forma, podemos ficar com a ideia errada, de que a perturbação do comportamento alimentar está somente associada aos fatores externos; à pressão cultural do «corpo perfeito» e às pessoas do sexo feminino. Apesar dos fatores culturais, das questões familiares e ou eventos traumáticos, estarem associados à perturbação do comportamento alimentar, de acordo com a investigação mais recente, não são assim tão relevantes como se pensava, os fatores determinantes que contribuem para o PCA estão localizados no cérebro (funcionamento de algumas estruturas cerebrais – circuitos neuronais). É fundamental, compreender os fatores associados à doença, a fim de, desenvolverem-se abordagens inovadoras ao tratamento. Para a maioria das pessoas, sentar-se à mesa, proporciona sensações agradáveis, contudo para as pessoas com perturbação do comportamento alimentar, a mesma situação proporciona sensações desconfortáveis e preocupantes. Aparentemente, isso acontece por questões biológicas (International Journal of Eating Disorders, 2012).

segunda-feira, agosto 01, 2016

Carta para o Jack, amigo do pai



O pai de Laura tinha um problema com o alcool, nesse sentido, ela decidiu escrever uma carta ao « Jack, amigo do pai». Sabia que as crianças, são negligenciadas nos casos em que o progenitor ou ambos abusam do álcool?  São o elo mais fraco.

quarta-feira, junho 22, 2016

Dica Arte Bem Viver de 06/08/2012 (Reditada)





Motivação intrínseca e a motivação extrínseca.

Olá,
Qual é o tipo de motivação que o move, desde que acorda até que vai para a cama, todos os dias? Você está satisfeito com os resultados obtidos? Como é que ativamos a motivação? Dependemos de fatores extrínsecos e fatores intrínsecos.

Nesta dica irei abordar um estudo efetuado por três investigadores - Dr. Mark Lepper, Dr. David Greene e o Dr. Robert Nisbet sobre a motivação. Estes investigadores observaram uma turma de alunos do pré-escolar, ao longo da varias semanas, e identificaram crianças que gostavam de desenhar. Depois os investigadores desenvolveram uma experiência para testar o efeito de recompensar a atividade pela qual aquelas crianças tinham preferência especial - desenhar. As crianças foram distribuídas por três grupos:
  • O primeiro grupo era da recompensa esperada. Mostraram a todas elas um certificado de bom aluno e perguntaram se queriam fazer desenhos para receber o premio.
  • O segundo grupo era da recompensa inesperada. Neste caso os investigadores limitaram-se a perguntar às crianças se queriam desenhar. Aos que aderiram à tarefa, os investigadores entregavam os certificados de bons alunos após terminarem os desenhos.
  • O terceiro grupo era o dos que não tinham qualquer recompensa. Os investigadores limitaram-se a perguntar às crianças se queriam desenhar, todavia, não fizeram referencia a qualquer recompensa/certificado de bom aluno.

Duas semanas depois, durante o tempo livre que dispunham entre as aulas, foram entregues marcadores e papel de desenho. As crianças que tinham feito parte do grupo da recompensa inesperada ou sem recompensa desenharam com prazer e utilizaram todo o tempo disponível, enquanto as crianças que esperavam ser recompensadas revelaram muito menos interesse a desenhar e passaram menos tempo a faze-lo. Segundo os investigadores, as recompensas extrínsecas, referentes ao primeiro grupo - «se fizeres isto recebes aquilo» revelaram um efeito negativo. Este tipo de recompensas extrínsecas exige que as pessoas prescindam de alguma autonomia. De acordo com os investigadores, também foram conduzidas experiências semelhantes com adultos.

Voltando à questão acima formulada, você está satisfeito com os resultados obtidos? Considera que a sua motivação depende excessivamente da recompensa extrínseca? De bónus, de prémios. Ou a sua motivação intrínseca depende de causas, de um propósito no sentido da vida, baseado em causas/campanhas (por exemplo, estar ligado a causas de apoio a problemas sociais na sociedade) e valores morais universais/espirituais, sem dogmas ou divindades?

O ponto de partida para qualquer discussão sobre a motivação no emprego/empresa está relacionado está com o vencimento/retorno do investimento. As empresas e os empregados sabem isto. As empresas precisam de empregados e os empregados precisam das empresas; a motivação de ambos gira em torno do mesmo tema; recompensas extrínsecas, vulgo «ganhar a vida» e se o retorno do investimento/vencimento não corresponder às expectativas e/ou não for adequado a probabilidade da motivação cair a pique é enorme.